Blanche's rebellion weblog. Beware...

9.5.05

Buááááááá!!!
Eu estou tão triste!
Eu perdi o meu estojo!
Ahhhh... mi.
Eu perdi o meu estojooooo!
Eu não sei onde ele está...
E eu nunca perdi o meu estojo na vida!!!
Era uma vez, o estojo...
Ele era tão legal, ele tinha uma lapiseira 0.9 com grafite 2B
Ele tinha canetas tinteiro boas pra finalizar desenhos...
Ele tinha dados para jogar rpg...
Ele tinha a minha lapiseira profissional de grafite apontável cara pra caramba e que eu amava pra chuchu!!!
E todos os grafites 4B de refil estavam com elaaaaa!
Buáááááá eu quero o meu estojo de volta....
Snif.

Procura-se um estojo perdido. Ele é cinza-prateado e foi visto pela última vez no carro do Régis.


E Save Me não sai da minha cabeça...
Won't you saaaaaaaave meeee...
'Cause savin's what I need...

6.5.05

Olááá!

Pois é.... E não é que a CALORADA do CACINE foi um sucesso absoluto???
Realmente, foi muito bom.... fora o fato de eu estar um CACO e do ROMBO que ficou no orçamento... Foi ótimo.
(Os veteranos realmente boicotaram o evento. Em compensação, os calouros, que pagavam 2 reais, foram em massa. Resultado? Pouco dinheiro, muito gasto.)
Sobrou MUITA coisa. Sobraram 2 caixas e meia de cerveja (cada caixa tinha 24 garrafas de 600 ml, sendo que neguinho bebeu MUITO!) e muita, muita carne. O Regis está pensando em montar a mercearia do CACINE para vender a carne que sobrou (já que a cerveja nós não podemos remediar, pois o pessoal do depósito vai buscar os vasilhames - estejam eles cheios ou vazios - amanhã).
Bem... resumindo, que eu estou com sono e a minha cama está me mandando olhares obscenos, todos os calouros estão xingando os veteranos de burros pq "eles pederam uma puta festa de babaquice. Azar o deles."
(Mas na verdade quem se f*** é o CACINE que ficou sem din-din.)

2.5.05

Oláááááá! E o BlancheGoesWild volta a ter comentários!!!!
Pois é, meu povo! O negócio é o seguinte: eu vou estar totalmente atolada na próxima sexta-feira porque... É A FESTA DO CACINEEEEE!!! Siiiim, esta que vos fala vai, enquanto presidente do Centro Acadêmico mais controverso da história...
Pausa. Explicação:
Nós somos contra a dominação e exploração da Estácio. Só que metade dos alunos do curso são contra nós. De onde se deduz que eles são a favor da Estácio. Nós já tivemos de tudo, desde veterano que nem sabia que o curso tinha CA tirando dinheiro dos calouros para comprar e fumar maconha (a não mais de duas árvores de distância) até gente indo contra o abaixo assinado para que tenhamos um aparelho de DVD no campus Tom Jobim (para quem não sabe, nosso campus é dividido em 2. Um para aulas teóricas e outro para práticas. O DVD está no campus das práticas.), para que os professores possam parar de se arriscar trazendo os seus próprios aparelhos de casa. O argumento do infeliz era que nós deveríamos fazer uma vaquinha para comprar um aparelho de DVD nós mesmos.
COMO SE NÃO BASTASSE A FACULDADE COBRAR MAIS DE 700 REAIS DE MENSALIDADE!
... estar nos cafundós de onde Judas perdeu as meias, pq as sandálias ele já tinha deixado lá por São Conrado, de Jacarepaguá dando uma festa para um monte de estudantes de cinema. Eu mereço.
Agora...
Ouçam-me, ó desocupados!!!
Minha esperança é pouca para crer que as pessoas que trabalham vão, mas para quem não vai estar fazendo lá muita coisa na sexta feira pode aparecer por lá sem problemas. Eu só não posso fazer ninguém entrar de graça pq o pessoal do 3o e 4o período (o mesmo da maconha) está boicotando a festa pq queria entrar de graça. Já estamos fazendo malabarismo para pagar tudo... Mas pelo menos não é nada caro:

CHURRASCO E CERVEJA LIBERADA. VAI TER REFRI TB, PARA QUEM NÃO BEBE ÁLCOOL.

Calouros do curso: 2 reais antecipado, 3 reais na hora
Veteranos: 12 reais antecipado, 14 reais na hora
Acompanhantes/Convidados/Pessoas estranhas a fim de ir: 13 reais antecipado, 15 reais na hora

É isso, minha gente. Quem quiser ir, avise.
Ah! Tem um mapa para quem quiser chegar lá sem passear por toda a cidade:
www.cacine.net
Está aí em algum lugar.

Cheers to all!

29.4.05

Gente...
Eu SEI que os comentários não estão funcionando. Eu já olhei no CommentThis! e eles aparentemente estão tentando consertar o problema, então eu não vou mudar o sistema de comentários para não perder todos os comentários já feitos... ok?

Enquanto isso vcs podem me mandar um e-maiu feliz caso queiram falar comigo. Voltei a ler e-mails hoje, depois de uma longa jornada à terra do RioCentro.

Aliás, Bienal tá chegando aí. Vamos organizar uma expedição lendária-otaku-nerd-cinematográfica?

20.4.05

Eu mereço....
Bem, pelo menos faz sentido... E é o meu labrador favorito, o cor-de-chocolate!! Dá vontade de morder ele, não dá?
Para enxergar, por favor passem o mouse por cima da maldita tablea, pq eu não tive saco de botar o tag da cor branco pra fonte de cada linha....^.^


You scored as Dog. You are the Dog. You are the most loyal of your friends and you protect them at all costs. Being what you are makes you happy and your friends like that about you.

Dog

100%

Wolf

92%

Eagle

92%

Bull

92%

Crow

83%

Snake

83%

Bear

75%

Deer

75%

Fox

75%

Salmon

75%

Horse

75%

Dragon

67%

Ram

67%

Stag

42%

Which animal totem best suits you?
created with QuizFarm.com

19.4.05

Bons Augúrios

Ontem uma Esperança, ou um gafanhoto, eu não sei bem qual é a diferença, estava na porta do meu prédio quando eu e o Pan íamos entrar. Dizem que esperanças são um bom sinal...

Hoje aconteceu uma coisa muito boa. Eu estava voltando de uma surpreendentemente boa aula na Barra, e estava parada no ponto de ônibus em frente ao Barra Garden. Um homem de pele escura, magro e de cabelo grisalho vira para mim e pergunta: Aqui passa ônibus para Copacabana? Eu resopondi que sim, e que, se ele quisesse pegar o próximo ônibus para Copa, que viesse comigo. Aproveitei para explicar o itinerário de cada um dos ônibus que serviam pra ele, detalhando desde preço até tempo de viagem. Nisso aparece um 2016, que custa 2,20 e eu digo: Este serve, mas é caro. Você quer ir neste? Ele me perguntou se eu ia, e eu disse que, se houvesse problema para ele, eu esperava outro, já que ele queria saltar na Sta. Clara e não sabia onde era. Ele disse: Deixa que eu financio a sua viagem.

Eu protestei, mas ele acabou pagando a minha passagem, e eu não tinha trocado para pagá-lo de volta. Ele sentou na cadeira à minha frente, e eu, depois de um tempo, reparei que ele estava lendo um jornal com alguns nomes em japonês. Não resisti e perguntei o que era aquilo. Ele não tentou explicar. Apenas anotou um telefone no jornal e me deu o mesmo. Disse: é meu telefone residencial, mas você pode ligar, se quiser saber mais.

Li o jornal. Não que eles sejam mortalmente claros, mas aparentemente, eles são uma organização budista nipônica que ajuda as pessoas. Depois de mandar o link do site para o Pan, ele me informou que foram eles que doaram o equipamento do laboratório de fotografia da Eco. (Será que é por isso que o laboratório tem aquele nome estranho? Se é que eu não confundi os laboratórios...)

Bom... só sei que eu estou me sentindo deveras inclinada a explorar.... ^.^

10.4.05

Gente...

Sessão Os Incríveis aqui em casa no próximo final de semana. Quem vem? Que horário vcs preferem?

3.4.05



Stop all the clocks, cut off the telephone,
Prevent the dog from barking with a juicy bone,
Silence the pianos and with muffled drum
Bring out the coffin, let the mourners come.

Let aeroplanes circle moaning overhead
Scribbling on the sky the message She Is Dead,
Put crepe bows round the white necks of the public doves,
Let the traffic policemen wear black cotton gloves.

She was my North, my South, my East and West,
My working week and my Sunday rest,
My noon, my midnight, my talk, my song;
I thought that love would last for ever: I was wrong.

The stars are not wanted now: put out every one;
Pack up the moon and dismantle the sun;
Pour away the ocean and sweep up the wood.
For nothing now can ever come to any good.

27.3.05

tch-tch
"And now..."
tch-tch
"The trip to Araruama"

- Nerds jogando vôlei
- Loooongas sessões de Burnout
- Macarrão.... macarrão... eu mencionei... macarrão?
- 15 pães por 1 real... resultado: 60 pães numa casa só.
- Maisa e um conto pornô...
- Frango ao molho de maracujá
- Bruno, Henrique, Lanterna e Maisa no mesmo carro... e uma estrada esburacada
- Piscina na casa do Bruno
- Kagiva, porque o amigo imaginário do Kadu é uma bolinha de vôlei colorida
- O transporte do Blu, o amigo imaginário do Pan, que é um ventiladorzinho azul
- E muito, muito mais...

Aguardem em breve registro visual da expedição otaku para Araruama.... ^.^

17.3.05

Credo, minha gente...
Que caos foi esse no Rio de Janeiro ontem...
Eu tinha que dar aula na Ilha... e nem deu pra eu ir.
Só passavam 3 linhas de ônibus na Nossa Senhora de Copacabana. Entendam, é a NOSSA SENHORA DE COPACABANA!
O metrô parecia o inferno depois do apocalipse...E ninguém tinha recebido a extrema-unção. Todo mundo se apinhando, irritado. Tinha até um sósia daquele ator de "The Green Mile", cujo espaço corporal impedia o fechamento das portas. O mais engraçado era escutar os avisos do metrô, normalmente lembretes da imagem de "ambiente civilizado" que este meio de transporte tem para nós... e olhar aquela realidade discrepante.
Isso aliás me lembra o episódio que a seecretária aqui do curso contou outro dia:
Era uma vez ela no metrô.
Era uma vez um cara com cara de tarado, tentando se esfregar em uma mulher, a algumas sardinhas de distância dela.
Era uma vez um líquido viscoso se projetando em direção à roupa da mulher...
E a mulher gritando, xingando e batendo no cara.
Simples assim.
E foi aí que ela (a secretária) parou de entrar nos vagões cheios a todo custo. Agora ela simplesmente espera um mais vazio, onde ela possa vir com um assento só para ela. Onde para qualquer pessoa conseguir invadir o espaço pessoal dela é necessário ter proficiência em contorcionismo.

11.3.05

Expedição marketológica
Ai de mim... Hoje eu acordei às 6 da manhã pra estar às 7:30 na porta da Petrobrás... distribuindo postcards do curso.
Era para eu ter me encontrado às 7:30 com a sobrinha do meu chefe. Só que, ao chegar lá, ela me ligou dizendo que estaria lá em 20 min.
10 pras 8...
5 pras 8...
8...
8 e 5...
8 e 10...
E eu saio correndo para distribuir as geringonças sozinha... afinal a gente era pra estar lá na hora da entrada dos seres humanos.
8:30 a abestada chega, e eu já tinha acabado de distribuir todos os meus 5 bolinhos de postcards.
Ficamos lá até umas 9 e pouco, e de lá eu zarpei pro curso...
O pior é que o meu chefe não quer que eu compense essas horas de divulgação no meu horário... Rá! Ele vai ficar a ver navios....

6.3.05



E essa é a minha mão as it is, precisamente uma semana depois do fatídico acidente.
Podem começar suas apostas: Vai ficar marca ou não vai?
Eu tou chutando que vai...

Bom... vou indo lá pq amanhã eu tenho que acordar umas 5:30/6 hs pra ir me aventurar lá na terra do Rafael... Lá vou eu dar aula na Ilha do Governador....

Beijos e queijos a todos...

2.3.05

Agora eu consigo!! Não é possível!!
Estou há dias tentando postar, mas toda vez que começo, meu chefe chega antes que eu possa terminar o texto!

Bem... domingo foi muito legal, foi muito bom, coisa e tal, tal e coisa...
Só que, depois que todo mundo foi embora, minha mãe me pediu para esquentar uma cera no microondas. E lá fui eu. Eu botei a cera num pote para microondas, botei tudo dentro do Tonhão (microondas azul lá de casa - deram esse nome pra ele porque ele supostamente teria cara de caminhoneiro) e botei pra esquentar durante 5 min.
Daí eu fui ligar para o PB... E estou falando com ele no telefone quando o troço apita dizendo que a "comida" está pronta.
Lá vou eu e o telefone sem fio pegar a cera quente. Eu tiro o pote do microondas e reparo que tem algo estranho com o fundo do pote. E então um pingo quente cai na minha mão. Eu levo um susto e o pote se projeta para cima... E cai... virado para baixo... em cima da minha mão.
Desnecessário dizer que o pote voou para um lado e o telefone para o outro...
Eu imediatamente coloquei a mão (esquerda) debaixo d'água.
Alguém aqui sabe o que acontece quando se joga água fria em cima de cera quente?
Ela endurece.
Só que a cera estava tão quente que uma bolha gigantesca se formou de forma praticamente instantânea.
E pra eu tirar a cera grudada e dura de cima da bolha?
Sem contar que eu já estava vendo estrelinhas sem fazer nada...
Acabou que eu não fui trabalhar na segunda...

23.2.05

Aiai...
E mais uma vez eu estou aqui no trabalho...
...
Meu chefe é muito sem noção. Ontem ele veio me contar que estava "passeando" no meu Orkut. Eu perguntei: Como assim?
Ele: Ah... Eu entrei [suponho que ele tenha entrado com o meu login] e lá já tinha a sua senha, então eu entrei no seu orkut e fiquei lá, vendo as pessoas, as suas comunidades...
Geminiano sem noção!! É incrível a tendência que geminianos têm para nem saberem que a palavra "escrúpulo" existe...
Obviamente depois disso eu saí limpando históricos, senhas, e esquartejando toda função de autocompletar que eu via pela frente... Faxinei todos os computadorees do escritório...

18.2.05

Minha mãe me mostrou isso e eu achei legal, então estou postando...


In global popularity test, we're off the map

Clutching a plane ticket out of the country on Inauguration Day last month, I felt like the luckiest lefty in the Divided States. A whole two weeks in Brazil for a conference of international activist movements, I thought to myself -- what better way to escape political disillusionment on the home front?

A few days later, surrounded by marchers swarming the streets of Porto Alegre, Brazil, with a megaphone blasting cries of "Fora Bushie!" ("Get out, Bush!") in Portuguese, I realized, of course, that I'd been mistaken about the possibility of escapism from home politics, even thousands of miles to the south in a country whose relations with the United States rarely make the evening news. I, along with three other students from the Yale School of Forestry and Environmental Studies, was a delegate at the World Social Forum, an annual gathering of tens of thousands of representatives of progressive social causes -- people who struggle for things like peace and human rights and against things like capitalist globalization, discrimination, corporations, war and Coca-Cola. But as much as I wanted to immerse myself in the struggles of people around the world, their stories always seemed to be about my own country.

The only common position all the world's activists could agree on, indeed, was their antipathy to the United States. Street vendors sold T-shirts with giant "U.S.A." letters crossed out in red; at a huge amphitheater concert, international rock star Manu Chao declared, "Bush, you are the terrorist!" to thousands of cheering youth. Feeling uncomfortable even identifying myself with my home country, I wrote "California" as my nationality on my conference name tag. I spent the week offering choppy Spanish condolences to people who genuinely wanted to know how "Bushie" -- who to them was so clearly just another evil dictator, replete with his torture chambers and his corrupt cronies in lucrative industries -- had been democratically elected to a second term.

What impressed me most was how versed many Latin Americans were in North American politics. How many U.S. residents could even name the president of a single country in Latin America? Yet the people I met in Brazil knew about red and blue states; they knew about John Kerry; they knew about the CIA. And their anti-United States rage was not just an expression of sympathy with the Iraqi people; activists from all over the world understood U.S. politics not just out of curiosity, but out of necessity. Legions of peasant activists presented talks against U.S.-dominated trade policies, which throughout the hemisphere are threatening the livelihoods of Latin American small farmers who are forced to compete with cheap imports of U.S. foodstuffs. People from around the world decried the U.S.-driven policies of the World Bank and International Monetary Fund, which entice developing countries to take out foreign loans, but then, when the loans come due, force countries to pry open their markets to currency speculation, sell off natural resources, weaken social and environmental laws and privatize national industries into the hands of foreign companies -- all the while remaining on the loan-and-debt treadmill. These are patterns that folks from Brazil to Ecuador to Indonesia to Ethiopia recognize and lay the blame for at the U.S. doorstep.

These topics were part of common conversation at the Forum. But how many North Americans know what the IMF and World Bank even do in poor countries? Or know how free-trade agreements like NAFTA have already forced Mexican farmers to abandon the countryside in economic ruin? Or know what the FTAA even stands for (Free Trade Area of the Americas -- a pending agreement, favored by the United States, which would extend this type of "free" trade to 34 countries in the hemisphere)? How many North Americans would even understand why many from Central and South America take offense when U.S. citizens call ourselves "Americans," neglecting the fact that "America" consists not of one country but two continents?

Now, in the midst of international conflict, U.S. newspapers publish names of U.S. soldiers fallen in Iraq but do not even publish a body count of Iraqis. North America has become near-sighted. It frightens me that the people of the world's most powerful country are among the least internationally aware.

As Yale students, many of us have the great fortune to travel the world. As activists, many of us are tempted to flee the country right now. It's an understandable impulse from a mental-health perspective. Go for it. But once you've gotten home and unpacked your backpack, do something more than just show photo albums to your friends. In the past, anthropologists sought out remote cultures untouched by outside influence and tried to capture their stories. We need to do something slightly different: to go learn the world's stories in places that have been touched by U.S. influence, and then come home and pass on those stories, widely and creatively, in a way that people in our own country will understand. I make this plea for both altruistic and selfish reasons: because U.S. policies will not change until U.S. understanding of the world changes -- and because I'd like one day not to feel sheepish when I visit other countries, writing the name of my own country on my name tag.



Rebecca Reider is a second-year Masters student in the School of Forestry and Environmental Studies.
E continuando os augúrios trabalhísticos:

Eu e meu chefe sentados frente à mesa da secretária (que não estava), enquanto ele me ditava uma lista de contatos para eu eventualmente ligar.
Blanche (digitando): Essa meleca desse teclado! Ele me faz errar o tempo todo!
Chefe: Ah, se é por causa dos acentos, esquece. Esse teclado não tem acentos mesmo.
Blanche (pausa dramática): Como assim, não tem acento?
Chefe: Ele não tem acento. Você tem que usar aquela tabelinha ali.
(Tabelinha:
à = alt + 0224
á = alt + 0225
â = alt + 0226
à = alt + 0227
ç = alt + 0231
è = alt + 0232
é = alt + 0233
ê = alt + 0234
í = alt + 0237
ó = alt + 0243
ô = alt + 0244
õ = alt + 0245
ú = alt + 0250
ü = alt = 0252
Essa era a primeira coluna da lista. A segunda coluna tinha códigos diferentes para colocar as mesmas letras em caixa alta.)

Blanche olha para o seu texto. Ele está repleto de acentos,tils e cedilhas.

Blanche: Como não tem??? (aponta o texto)
O Chefe dá um pulo para trás.
Chefe: Como você fez isso???
Blanche: Assim? (aperta '+ C. Aparece um "ç" na tela.)
Chefe: Você vai ter que ensinar isso para a secretária, a coordenadora, o meu sócio... E pra mim!!

Blanche (pensando): Deus.... onde eu vim parar????

16.2.05

Olá!
Pois é, agora a Tia Blanche é uma senhora respeitável com um emprego... hm... bem... não tão respeitável assim.
Estou trabalhando como "consultora de marketing" (eu não tenho culpa, era isso que dizia no meu contrato!) para um curso aqui em copacabana.
Infelizmente a definição deles de consultora de marketing é um salário minúsculo em troca de elaborar uma estratégia de telemaketing e abordagem pessoal e executá-la.
A boa notícia é que eu aparentemente estarei também fazendo entrevistas para avaliar o nível dos seres humanos em breve (o que é um pouco mais digno).
A má é que eu aparentemente vou continuar ganhando o mesmo por isso. >.<
Na verdade eu nem me importo em fazer nenhuma dessas tarefas. Vender geladeira pra pinguim nunca esteve longe de ser uma das minhas habilidades. Eu só acho que eu deveria ganahr mais decentemente por isso.
E o meu chefe é geminiano. Isso é um real problema, porque cada dia ele vem com uma nová tática genial de abordagem e joga todas as outras no lixo. Critica as minhas idéias, reescreve tudo (e fica ruiiiiiiiiim) e me manda corrigir. Assim que eu corrijo, ele critica de novo dizendo que a "minha" idéia não está boa e volta à minha idéia inicial como se fosse dele.
Geminianos... Ai.

10.2.05

Para deixar o Kadu feliz, olha o que eu encontrei no blog da minha locadora (eu já mencionei que eu AMO a minha locadora?):


Novidades e primeira imagem promocional de 'Homem-Aranha 3'





A Sony Pictures assinou um contrato milionário com Alvin Sargent para que ele escreva o roteiro de 'Homem Aranha 3', com opção para criar o roteiro do quarto filme também. Sargent já começou a desenvolver a história do terceiro filme, cujos planos visam uma estréia nos cinemas em 4 de maio de 2007.



Sargent acumula credibilidade no estúdio após ter salvo um roteiro considerado péssimo pela Sony em 'Homem-Aranha 2', onde foi creditado como único roteirista.



A Sony ainda não decidiu qual vai ser a trama ou o vilão do filme, mas a história já foi esboçada por Sargent, o diretor Sam Raimi e o irmão Ivan Raimi.

9.2.05

Poxa... e não era que underworld era um filme legal??? Impressionante!!
Claro que a história só começa depois de uma porradaria sem fim nos becos escuros de um metrô... Mas ainda assim... foi TÃO legal... E, para variar, o Vicente tinha falado tão mal dele... aiai...
Pois é... a despeito dos problemas familiares, falta de grana e por aí em diante... Eu acho que esse possivelmente tenha sido o meu melhor carnaval ever. E eu nem fiz nada demais... Só teria sido melhor se eu pudesse ter pego todos os meus amigos, enfiado eles num ônibus e viajado para um lugar com dvds, videogame e comida gostosa... Só porque viagens são legais!
Final das contas.... agradeço muito a vocês por terem chutado a minha joi de vivre lá pra cima... obrigada! mi...

6.2.05

Pois é, minha gente...

Era uma vez um sábado de Carnaval. Chuvoso e mal-humorado mas, ainda assim, um sábado de Carnaval.
Para esta nerd que vos fala, o tempo não poderia estar mais propício para uma reunião na casa de alguém, regada a muita coca-cola (o PB que me perdoe) e papo furado.
Rumamos então para a casa do Marcel. Papo vai, papo vem, o tempo passa e lá pras dez horas da noite o pessoal resolve que o jogo de RPG planejado para começar em poucos minutos não funcionaria sem algum... combustível.
Saímos então eu, PB, Kadu e Caike no carro deste último (na verdade o carro não era dele, mas do irmão dele... mas eu chego lá), para comprar... esfihas no Habib's 24hs de Copacabana.
Fomos, chegamos ao balcão em posse da supervaca e dissemos: são 50 esfihas de queijo, quarenta de carne e dez de frango.
Totalizando.... cem esfihas!!!!
Não sei como a mulher não surtou. Impressionante!!
Algum tempo depois nós entramos no carro do Caike com cem esfihas a tiracolo. Eu já mencionei que eram CEM esfihas???
Ok. Voltamos para a casa do Marcel sem antes discorrer sobre como toda vez que o Caike pega o carro do irmão alguma coisa tem sempre que acontecer...
Isso logo antes de uma moto passar batida pela gente e levarmos uma "flashada" de um pardal. Mas tudo bem, afinal, creio eu, quando há mais de 1 veículo eles desconsideram.
Lá pras quatro da manhã e muitas esfihas depois, decidimos partir. Caike ficou de dar carona para a Ana Cristina, Kadu, PB e eu. E eis que estamos tranqüilamente passando pelos Arcos da Lapa quando...
tandamdaaaaam...
Um carro bate na nossa traseira.
Foi a partir daí ribanceira abaixo. Ficamos lá até umas 6 para fazer boletim de ocorrência, passavam 40 mil viaturas da polícia, mas nenhuma era a nossa, ônibus de turismo cujos motoristas eram fortes candidatos a portadores do fator Vin Diesel faziam malabarismo para caber enviesados debaixo do arco...
Acabou que cheguei em casa às 7 da manhã. E só consegui dormir depois das oito. E mesmo assim, só até as nove. Depois disso fiquei acordada. Como eu tinha dado um cochilo de meia hora na casa do Marcel, acabei totalizando uma quantia de uma hora e meia de sono esta noiteeee!!!
Aiai...
E era só uma programa nerd.... parecia tão inofensivo... hihihihi